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02 julho 2013

Eletrolifting - Regeneração das Estrias


Durante o período da gestação, podem aparecer na pele as famosas estrias. Principalmente na região da barriga.
As estrias caracterizam-se por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina (responsáveis pela sua elasticidade e tonicidade), resultantes de um estresse mecânico (estiramento) ou estresse fisiológico (estímulo hormonal).
A relutância na aceitação de tratamentos eficazes de estrias está baseada principalmente no fato de que a fibra elástica não se regenera. Porém, estudos mostram que ocorre um acentuado aumento no número de fibroblastos jovens, uma neovascularização e o retorno da sensibilidade dolorosa após algumas sessões de estimulação elétrica, e como consequência uma grande melhora no aspecto da pele, que fica muito próxima do normal. O tratamento pode variar em diferentes indivíduos, como em qualquer outro tratamento. Este fato está centrado na capacidade reacional de cada indivíduo.
A técnica usa um aparelho (próprio para eletrolifting) com a intensidade reduzida ao nível de microamperes. "O tratamento é realizado com eletrodos em forma de agulhas que consiste numa eletrólise epitelial através dessas agulhas acopladas ao cátodo de uma microcorrente galvânica.", explica a fisioterapeuta do Espaço Brio, Franciele Abib.
Estudos relatam que com a estimulação elétrica, as fibras colágenas sofrem algum tipo de reorientação. E que o processo de regeneração da estria está baseado na compilação dos efeitos intrínsecos da corrente contínua e dos processos envolvidos da inflamação aguda.
A resposta à agressão, no caso específico da perfuração da pele, pela agulha, pode finalizar com a recuperação da estria, restituindo a sua arquitetura original. Atenção, não se deve tomar sol com o processo inflamatório ativo, devido ao perigo de manchar a pele e cessar o processo de regeneração.
Contra-indicações: sobre feridas recentes, irritação a corrente elétrica, hipersensibilidade dolorosa, diabetes, tendência a quelóide e Síndrome de Cushing.

Fonte: Revista Mamãe Bebê
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